MANAUS – Policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS) deram início as investigações do jovem Junior Duarte, assassinato a tiros dentro de uma loja de material de construção na Zona Leste, no último sábado (10), em Manaus.
As principais linhas de investigação investigadas até agora é execução e cafetinagem.
Os próprios familiares admitiram que Junior Duarte era homossexual e ajudava trabalhando na loja de material de construção com cafetinagem.
Porém, o jovem tinha uma vida dupla e além de ajudar na loja de material de construção, era envolvido com cafetinagem.
Policiais descobriram por meio das redes sociais, que Junior ostentava uma vida fora dos padrões de uma pessoa que trabalhava só na loja de material de construção.
Os familiares afirmavam que Junior costumava fazer pelo menos duas viagens, principalmente para o Rio de Janeiro, acompanhado de belas mulheres. “Ele viajava demais com essas mulheres e só com o que ele recebia não dava para sustentar a vida de ostentação dele”, afirmou um parente.
Os mesmos familiares afirmam que grande parte dessas mulheres eram garotas de programas daqui de Manaus que sempre o acompanhavam em viagem para a cidade do Rio de Janeiro.
Segundo os amigos, a cafetinagem era de luxo e alto padrão e por cada garota de programa que Junior apresentava a um cliente ele recebia uma boa parte em dinheiro vivo.
Além disso, Junior ostentava em baladas e em passeios de lancha sempre bem acompanhado de belas mulheres.