Homem é preso após se passar por capitão do Exército Brasileiro em Manaus

Polícia

Segundo a polícia, o homem já foi tenente do Exército, mas deu baixa há alguns anos e ficou com o fardamento

Na casa do suspeito foram encontradas duas pistolas 9mm, uma carabina 22 e grande quantidade de munição

Paulo Rodrigo Marques da Costa, 38, foi preso em flagrante na noite de quarta-feira (2), pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e usurpação de função pública. Ou seja, exercer indevidamente uma atividade pública de forma indevida.

O caso aconteceu após Paulo Rodrigo ser demitido da empresa em que trabalhava, quando foi assinar a rescisão fardado como militar. 

De acordo com o delegado Ericson Tavares, titular do 6° Distrito Integrado de Polícia (DIP), o suspeito se passava por capitão do exército brasileiro para tentar intimidar o dono da empresa que o demitiu.

“As inteligências do Exército e da Políciva Civil do Amazonas, apuraram que na tarde de ontem, Paulo Rodrigo foi fardado e armado para assinar a rescisão contratual na empresa em que trabalhava. Ele já havia dito que era capitão do exército e teria entrado armado e fardado também em outra ocasião”, descreveu o delegado.

Delegado Ericson Tavares, titular do 6° DIP (Foto: Junio Matos)

“Então fomos até a casa dele, no bairro Alvorada, aguardamos ele chegar, demos voz de prisão e, após franquear nossa entrada na sua residência, constatamos os fardamentos, armamento e as munições. Foram encontradas duas pistolas 9mm, uma carabina 22 e muita munição”, relatou o titular sobre a operação.

Ainda segundo o delegado, o suspeito já atuou como tenente temporário do exército, por isso teria mantido o fardamento militar.

“Ele já foi tenente temporário do exército e atualmente é CAC [colecionador, atirador desportivo e caçador], só que isso não dá o direito de ele andar armado e nem se passar por capitão do exército. Paulo comentou que foi assinar a rescisão fardado para impressionar o dono da empresa. Agora ele vai responder por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e por usurpação de cargo público”, finalizou o delegado.

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Fonte: A Crítica

(Foto: Junior Matos)

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